Griot insulano

De como a memória é raíz, umbilical e volátil cordão das origens, nos cantam os griots, de mágicos poderes, detentores de verdades totais, vividas, imaginadas ou apenas sonhadas; é o seu canto, o suporte da História em África. Só a cor os ultrapassa... o traço, a forma, agora também cantado pelo griot que fixa a sua cultura de profunda narrativa, na tela de novos mares, sempre e nunca, dantes navegados.


Amélia Colaço

- continua

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